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O IoT feito simples: Monitorando.

6 06-03:00 janeiro 06-03:00 2017 — 32 Comentários

É incrível como hoje em dia podemos montar rapidamente um projeto de IoT utilizando-se apenas de um “chip” de uns poucos dólares e um aplicativo carregado em seu smartphone.

Neste tutorial também aprenderemos sobre um sensor digital de temperatura confiável e muito fácil de usar, o DS18B20.

Como mostrado no diagrama de bloco acima, os dados coletados pelo sensor serão enviados à Internet com a ajuda de um NodeMCU ESP8266-E e monitorados em um celular ou tablet utilizando-se o aplicativo Blynk.

1: Lista de Material

2: DS18B20 Sensor Digital de Temperatura

Usaremos neste tutorial, uma versão à prova de agua do sensor DS18B20. Esta configuração é  muito útil para se medir temperaturas de maneira remota em condições de umidade, por exemplo em coleta de dados de solo. O sensor é isolado e pode ser usado em até 125oC (Adafrut não recomenda usá-lo acima dos 100oC devido a a capa de PVC  utilizada em seu cabo).

O DS18B20 é um sensor do tipo digital, o que o torna util para uso mesmo em longas distâncias! Estes sensores digitais de temperatura  “1-Wire” são bastante precisos (± 0,5 ° C em grande parte da faixa) e podem fornecer até 12 bits de precisão a partir do conversor digital-analógico integrado. Eles funcionam muito bem com micro-controladores como o NodeMCU ou Arduino, utilizando-se de apenas um único pino digital. Você poderá até mesmo conectar-lo a vários outros sensores no mesmo pino, pois cada um dos sensores possui um único ID de 64 bits gravado de fábrica para diferenciá-los.

O sensor funciona de 3.0 a 5.0V, o que significa que ele pode ser alimentado diretamente a partir de um dos pinos de 3.3V do NodeMCU.

O Sensor possui 3 fios:

  • Preto: GND
  • Vermelho: VCC
  • Amarelo: 1-Wire Data

No link ao lado, voce encontrará a especificação completa: DS18B20 Datasheet

3: Conectando o sensor ao NodeMCU

Conecte os 3 fios do sensor NodeMCU como mostrado no diagrama abaixo:

  • Vermelho ==> 3.3V
  • Preto ==> GND
  • Amarelo ==> D4

Insira o NodeMCU, de forma que seus pinos correspondam ao diagrama elétrico acima. Observe que o chip pressionará o cabo do sensor, ajudando a manter os contatos do sensor no lugar.

introduza um resistor de 4.7K ohms entre VCC (3.3V) e Data (D4)

4: Instalando as bibliotecas apropriadas

Para o uso apropriado e de maneira simplificada do DS18B20, será necessária a instalação de 2 novas bibliotecas:

Instale ambas bibliotecas em seu diretório de Libraries do IDE

Observe que a biblioteca OneWire DEVE ser a versão modificada para ser usada com o ESP8266, caso contrário você receberá um erro durante a compilação. Você encontrará a última versão no link acima ou fazendo o download do arquivo zip abaixo:F657JFLIXGFU7J4.zip

5: Testando o sensor

Para testar o sensor, você poderá usar o código “Simple.ino” incluído nos Exemplos de Biblioteca, conforme mostrado na foto.

Carregue o código em seu NodeMCU e monitore a temperature utilizando-se do  Serial Monitor IDE.

6: Utilizando o Blynk

Quando formos capturar dados de temperatura, é importante  ver-los desde qualquer lugar. Para isso, usaremos o  Blynk. Desta maneira, todos os dados capturados serão exibidos em tempo real em seu dispositivo móvel podendo incluso serem armazenados em um arquivo histórico para análise posterior.

Siga os passos abaixo para criar o App:

Criar um novo projeto.
  • Defina um nome (em meu caso: “Temperature Sensor”)
  • Selecione “NodeMCU” (ESP8266+WiFi) como HW Model
  • Copie o AUTH TOKEN a ser utilizado em seu programa (voce poderá enviar-lo diretamente a seu email).
Inclua um “Gauge” Widget

Defina:

  • Virtual pin a ser utilizado com o sensor: V10
  • A faixa de temperatura: -10 to 100 oC
  • A frequência para leitura dos dados: 1 sec
Includes a “History Graph” Widget,

definir V10 como virtual pin

Press “Play” (The triangle at right up corner)

Naturalmente, o Blynk  irá dizer-lhe que o NodeMCU está fora de linha. É hora de carregar o código completo no IDE do Arduino:

/**************************************************************
 * IoT Temperature Monitor with Blynk
 * Blynk library is licensed under MIT license
 * This example code is in public domain.
 *
 * Developed by Marcelo Rovai - 05 January 2017
 **************************************************************/
/* ESP & Blynk */
#include <ESP8266WiFi.h>
#include <BlynkSimpleEsp8266.h>
#define BLYNK_PRINT Serial // Comment this out to disable prints and save space
char auth[] = "YOUR AUTH CODE HERE";
/* WiFi credentials */
char ssid[] = "YOUR SSID";
char pass[] = "YOUR PASSWORD";
/* TIMER */
#include <SimpleTimer.h>
SimpleTimer timer;
/* DS18B20 Temperature Sensor */
#include <OneWire.h>
#include<DallasTemperature.h>
#define ONE_WIRE_BUS 2 // DS18B20 on arduino pin2 corresponds to D4 on physical board
OneWire oneWire(ONE_WIRE_BUS);
DallasTemperature DS18B20(&oneWire);
float temp;
void setup()
{
 Serial.begin(115200);
 Blynk.begin(auth, ssid, pass);
 DS18B20.begin();
 timer.setInterval(1000L, getSendData);
}
void loop()
{
 timer.run(); // Initiates SimpleTimer
 Blynk.run();
}
/***************************************************
 * Send Sensor data to Blynk
 **************************************************/
void getSendData()
{
 DS18B20.requestTemperatures();
 temp = DS18B20.getTempCByIndex(0);
 Serial.println(temp);
 Blynk.virtualWrite(10, temp); //virtual pin V10
}

Assim que o código for carregado e estiver em execução, verifique a aplicação BLYNK. Esta deverá também estar em execução.

Abaixo do código completo do Arduino para o seu projeto:

F05G780IXKPYLO4.ino

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Estetoscópio Eletrônico

 
INTRODUÇÃO

 

O uso de sensores e transdutores para identificar condições externas ao meio o qual o circuito eletrônico está inserido, é de grande importância em muitos projetos. Isso permite com que o circuito atue sob determinadas condições específicas mostradas pelos sensores ou pelos transdutores.
Em alguns casos, o circuito não é usado para atuar, e sim para para amplificar o sinal vindo do transdutor e torná-lo audível, por exemplo.
Esse mostrará resultados obtidos com transdutores de pressão (piezoelétricos) para se ouvir batimentos cardíacos, igual à um estetoscópio.

 

METODOLOGIA

 

Princípio Piezoelétrico. O efeito Piezoelétrico foi descoberto em 1880 por Pierre e Jacques Curie, ao perceberem que certos materiais ao sofrerem pressão, ou tração, geravam um diferença de potencial elétrico em suas extremidades. O contrário também é possível, aplicar uma tesão nas extremidades do material e obter uma tração ou compressão, o efeito Piezoelétrico Reverso [1].
Atualmente, o material mais usado para fabricar transdutores desse tipo é o cristal PZT, Titanato Zirconato de Chumbo, o qual foi desenvolvido para intensificar o efeito piezoelétrico.
Para determinar qual o sentido que a corrente percorrerá e ajudar a intensificar o efeito, o PZT deve ser submetido à uma grande temperatura e ser resfriado sob um campo elétrico intenso com o intuito de realinhar os seus dipolos elétricos e orientar a sua polaridade.

 

Figura 1. (a) Dipolos antes da polarização. (b) Após o aquecimento e submetido à um campo elétrico. (c) Após o resfriamento e a retirada do campo elétrico.

 

Feito isso, podemos saber qual o sentido que surgirá sua polaridade do cristal sob pressão ou tração, e até mesmo qual a polaridade que deve-se aplicar para ele se contrair ou estender o mesmo.

 

 

Figura 2. (a) Crital sob nenhum tipo de força. (b) Cristal sob pressão. (c) Crital sob tração.

 

 

Figura 3. (a) Tração a partir da aplicação de um potencial. (b) Pressão a partir da aplicação de um potencial.

 

Além dos parâmetros descritos, existe a frequência de ressonância do cristal, a qual está ligada à espessura do mesmo, esse é usado para aplicações do cristal como osciladores, qual não entraremos em detalhes.

 

O transdutor Piezoelétrico usado. O transdutor para o trabalho foi escolhido levando em conta a facilidade de se encontrar no mercado e a menor frequência de ressonância possível, pois o usaremos para converter em pulsos elétricos as ondas mecânicas geradas pelo coração, as quais possuem frequência pequena. Já que, quanto mais próximo a frequência da onda mecânica capitada for da frequência de ressonância do cristal, maior será a tensão obtido na saída do transdutor, aumentando então a clareza do sinal que se deseja captar.
Portanto, o transdutor escolhido foi um de 20mm de diâmetro e com frequência de ressonância de 6.5 +/- 0,5 Khz. Apesar de a frequência de ressonância estar longe da frequência de batimento do coração, menor  que 1Hz, é o mais próximo encontrado no mercado [2].

 

 

Figura 4. O transdutor (disco) piezoelétrico usado.

 

O Circuito Amplificador. Por a frequência de ressonância do transdutor usado estar longe da frequência que se deseja capitar, a tensão obtida na saída só sensor também será muito pequena, da ordem de micro-volts. Consequentemente, precisa-se de etapas de amplificação um pouco mais complexas, a fim de tornar o sinal obtido na entrada audível.
O circuito amplificador usado possui três etapas de amplificação, sendo uma composta por transistor e as outras duas por Amplificadores Operacionais, como pode ser visto abaixo [3][4]:

 

 

Figura 5. Circuito elétrico do amplificador.

 

O sinal vindo do disco piezoelétrico (Input) passa pela primeira etapa de amplificação composta por um transistor BC548A, esta mesma etapa também isola o sinal o sinal variável do contínua, além de facilitar a passagem de sinais de menores frequências, tarefas realizadas pelo capacitor de 100uF. Para sinais da faixa de frequência desejada, precisaria-se de um capacitor de pelo menos 1000uF, mas isso tornaria o circuito maior e não é crítico já que existem outras etapas de amplificação. O potenciômetro entre as etapas é para retirar saturações entre as etapas.
O sinal vindo da etapa anterior sofre uma dupla amplificação pelo amplificador operacional TL082, este foi escolhido pelo fato de ser menos suscetível à ruido e possuir grandes ganhos [5]. Entre as etapas encontramos um potenciômetro o qual possui a finalidade de controlar o volume do sinal obtido na saída.
Finalmente temos a saída, referida como “output” no esquema elétrico (modelada como um resistor de 4 ohm), a qual será ligada um fone de ouvido estéreo com os seus alto-falantes ligados em paralelo, para diminuir a impedância de saída e, consequentemente, aumentar a potência, além de permitir que se ouça o sinal com os dois ouvidos, já que nosso sistema de amplificação é mono.
A alimentação será de 9v, pois isso permite a alimentação por baterias, e, consequentemente, torna o conjunto portátil.

 

RESULTADOS E DISCUSSÕES

 

Montagem do Circuito e Do Protótipo. O circuito foi montado usando placas universais e placas desenhadas e corridas em casa. Isso permitiu com que fosse possível a montagem de um protótipo para testes.
A primeira etapa de amplificação foi montada em uma placa universal, pois o circuito não possui uma complexidade muito grande.

 

 

Figura 6. Primeira etapa de amplificação.

 

A segunda e terceira etapa de amplificação foi montada em uma placa de fenolite comum, pois o é usado um circuito integrado, o qual deixa a possibilidade de uso de placa universal mais inviável e mais sujeito à falhas. As trilhas foram desenhadas à mão, por uma caneta retroprojetor, e corroída em Percloreto de Ferro.

 

 

Figura 7. Segunda e terceira etapas de amplificação.

 

A fim de isolar o circuito de possíveis ruídos decorrentes de ondas eletromagnéticas, os circuitos foram colocados em um recipiente de metal devidamente aterrado com o negativo da alimentação (Gaiola de Faraday).

 

 

Figura 8. Aterramento da gaioala de Faraday.

 

O transdutor também foi isolado usado o princípio descrito anteriormente:

 

 

Figura 9. Gaiola de Faraday em torno do transdutor.

 

A alimentação pode ser feita por alguma fonte de corrente contínua de 9v ou por uma bateria.

 

 

Figura 10. Fontes de alimentação.

 

Abaixo a foto do circuito devidamente montado e pronto para testes:

 

 

Figura 11. Circuito pronto para os testes.

 

Testes do circuito. O teste do circuito foi feito encostando o transdutor diretamente na pele na região esquerda do tórax, para ouvir os batimentos cardíacos, e também encostando o transdutor nas  costas, em qualquer um dos lados, no fim das costelas, a fim de ouvir a respiração.
Em ambos os locais foi possível ouvir com clareza os batimentos cardíacos e o ar entrando nos pulmões. Postando, o circuito tornou-se útil para o objetivo o qual ele foi projetado.
Abaixo está uma imagem da saída do circuito obtido a partir da placa de som do computador, vemos claramente o excesso de ruídos (A imagem não possui escala e unidade de medida pois o equipamento não possui exatidão para medições coerentes):

 

 

Figura 12. Sinal de saida obtido com a placa de som do computador e com o Software Audacity.

 

CONCLUSÕES

 

O sistema montado, apesar de ser simples, mostrou excelentes resultados, foi possível ouvir com clareza os batimentos do coração, além de permitir também, o ar entrando nos pulmões.
Por não ter sido feito um tratamento rigoroso quanto a filtragem de frequências indesejáveis, foram captados, em determinados momentos, ruídos na saída, os quais podem prejudicar uma interpretação médica. Se melhorado, o circuito pode ser de grande importância na área médica.

 

REFERÊNCIAS

 

[1] MOODLE UTFPR TOLEDO. Efeito Piezelétrico. Disponível em <http://200.134.81.162:8080/moodle/pluginfile.php/17314/mod_resource/content/1/Efeito%20Piezel%C3%A9trico.pdf>. Acesso em: 3 nov. 2012, 13:00.

 

[2] DEALEXTREME. 20mm Piezo Transducer Sound Discs w/ Leads (10 PCS). Disponível em <http://dx.com/p/20mm-piezo-transducer-sound-discs-w-leads-10-pcs-155523?item=6>. Acesso em: 3 nov. 2012, 13:30.

 

[3] NOVA ELETRÔNICA. Circuito de estetoscópio simples. Disponível em <http://blog.novaeletronica.com.br/circuito-de-estetoscopio-eletronico-simples/>. Acesso em: 3 nov. 2012, 14:00.

 

[4] PY2OHH. Audio amplifier with LM1458 (MC1458, TL082 …) or any other double operational IC. Disponível em <http://py2ohh.w2c.com.br/trx/rxsimpleshf/1458/1458.htm>. Acesso em: 3 nov. 2012, 14:30.
[5] DATASHEET CATALOG. Datasheet TL082. Disponível em <http://www.datasheetcatalog.org/datasheet/nationalsemiconductor/DS008357.PDF>. Acesso em: 3 nov. 2012,
[FONTE] http://polotto.blogspot.com/2014/08/estetoscopio-eletronico.html
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detecção de sons fetal através de ultra-som

Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som

Patente de Modelo de Utilidade para um APARELHO PARA DETECÇÃO PRENHEZ EM GRANDES ANIMAIS ATRAVÉS DO ULTRA-SOM, desenvolvido para facilitar o diagnostico precoce da prenhez em vacas e éguas, sendo eletrônico, cujas ondas contínuas que se refletem nas artérias, veias, paredes, vávulas e cavidades cardíadas, como também hemácias do fluxo sanguíneo, são enviadas para dentro do corpo do animal pelo transdutor e após refletida, retornam pelo próprio transdutor proporcionado sinais elétricos que são amplificados e provocam um som equivalente ao batimento cardíaco do feto; este transdutor é preso a um anel que é colocado no dedo do perito e este induz no animal fazendo apalpação transretal com grande confiança em obter um resultado positivo.
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Documento

RELATÓRIO DESCRITIVO DA PATENTE DE MODELO DE UTILIDADE PARA “APARELHO PARA DETECÇÃO DE PRENHEZ EM GRANDES ANIMAIS ATRAVÉS DO ULTRA-SOM”.
CAMPO DA INVENÇÃO:
A presente invenção, refere-se a lun aparelho de ultra-som de onda contínua para detecção de prenhez em bovinos e equinos através do Efeito Doppler. tendo como principal objetivo o de facilitar o diagnóstico precoce da prenhez em vacas e éguas. Seu desenvolvimento ocorreu dentro da tecnologia moderna da veterinária e eletrônica, caracterizando-o como um aparelho capaz de atender as atuais exigências e necessidades dos criadores, cooperativas, produtores, bem como das universidades e centros de pesquisa.
ESTADO DA TÉCNICA:
Como é de conhecimento, o método tradicional chamado de toque retal. requer que o perito faça a apalpação nos cornos uterinos, através das porções finais do reto, para verificar alterações de volume e textura na vesícula amniótica.As alterações constatadas, levam o perito a concluir se o animal está ou não prenhe.Tal método é inseguro, pois conduz à resultados falsos positivos, requer um perito altamente treinado; é demorado, só é confiável após’60 dias da cobertura; é oneroso para o produtor e nâo permite saber se o feto está vivo, como também pode matar o feto num trabalho errado. É fato conhecido, que animais prenhez requerem manejo e alimentação diferenciados daqueles nào-prenlies. Deste modo, a falsa prenhez diagnosticada pelo método tradicional causará enormes implicações econômicas.
Como de conhecimento a Patente EPOO 194488 publicado em 17.09.86. relata a invenção de um aparelho para verificação de prenhez de fêmea de animais domésticos, particularmente suinos ovelhas, cabra e vacas “consistindo de um emissor de ultra-som e receptor, em um estojo no qual se encontra um emissor de sinal e uma batería, onde emissor e receptor de um lado assim como emissor de sinal e batería de outro lado estão unidos por um cabo”, tem como inconvenientes:
a)    Utiliza princípio físico de ultra-som pulsado.
b)    Realiza detecção da prenhez pela reflexão das ondas ultra-sônicas pelo embrião. É colocado do lado de fora do corpo do animal.
c)    Informa ao usuário se a fêmea está prenhe através de um sinal luminoso ou sonoro (um apito). Nâo permite ao usuário saber nada sobre o feto. se está vivo ou morto e se é mais de um.
d)    Não infonna a partir de que idade é possível a detecção segura da prenhez.
e)    A detecção do lado de fora traz as complicações de contato ultra-sônico devido ao pelo dos animais e principalmente, devido ao intestino do animal que tem ar, o que impede a passagem das ondas ultra-sônicas.
DESCRIÇÃO OU SUMÁRIO DA INVENÇÃO.
O aparelho de ultra-som ora reivindicado, substitui com vantagens os inconvenientes acima mencionados, pois o emprego do ultra-som de ondas contínuas é simples, de fácil manejo, inócuo para o feto em formação, proporcionado um trabalho rápido, altamente confiável e permite concluir se o feto está vivo ou não.
O aparelho baseia-se no efeito Doppler das ondas contínuas, que se refletem nas artérias, veias, paredes, válvulas e cavidades cardíacas, como também nas liemácias do fluxo sangüíneo. Ondas mecânicas de frequência ultra sônica (2,215 Mhz) e de baixa potência, são enviadas para dentro do corpo do animal através de um transdutor e, após se refletirem nas artérias, veias, coração ou válvulas, retomam ao transdutor produzindo sinais elétricos que são amplificados e um som equivalente ao batimento cardíaco fetal pode ser ouvido pelo perito. Este método permite a detecção da prenhez em equinos após 22 dias da cobertura, e em bovinos, após 35 dias; assim, trazendo dias de antecedência, o que proporciona redução de despesas. O perito ao fazer a apalpação trasnretal, leva preso em seu dedo o transdutor ultra-sônico e realiza então a varredura sobre o útero, procurando os batimentos cardíacos fetais.
FUNCIONAMENTO DO INVENTO:
VANTAGENS DO INVENTO:

Vantagens e características de novidade da invenção, são apontados nas reivindicações que fazem parte desta solicitação. Porém, para melhor entender a nossa invenção, suas vantagens e os objetivos atingidos pelo seu uso, deverá fazer referência aos desenhos que também fazem parte desta, e ao material descritivo que os acompanham no qual são ilustrados e detalhados: Figura 1, ilustra a vista frontal do aparelho de ultra-som completo; Figura 2, ilustra a vista expandida do transdutor: Figura 3, ilustra o diagrama de blocos: Figura 4. ilustra o esquema eletrônico do transmissor; Figura 5. ilustra o esquema do pré-amplifícador de R.F e detector: Figura 6, ilustra o esquema do pré-amplifícador de audio e a Figura 7, ilustra o esquema do amplificador. De conformidade coin o quanto ilustram as figuras acima relacionadas, o aparelho de ultra-som de onda contínua para detecção de prenhez em bovinos e equinos através do efeito Doppler. objeto da presente patente, é constituído de uma caixa de alumínio (l) envolvida em capa de couro, dotado de furos (la) passantes para o som, tendo suporte para baterías (pilhas), alças de fixação (2), botão (3) liga desliga, tendo um cabo (4) condutor até o transdutor (5) disposto em um anel (6), sendo que o transdutor ultra-sônico (5) é montado em um tubo de metal ou corpo (3a), tendo uma tampa (5b), circuito impresso (5c) e cristal (5d), tendo na superfície a cerâmica piezoelétrica que opera como transmissor e receptor de ondas ultra-sônicas, na frequência de 2,2 Mhz, que
está conectado ao dito cabo (4) com revestimento especial e comprimento adequado sendo que o anel (6) vem permitir a fixação no dedo do operador ou perito.
O circuito eletrônico está localizado em uma única placa de circuito impresso alojado uo interior da caixa (1), sendo o mesmo composto de oscilador de radiofrequência (7) (R.F) de 2.2 Mhz: pré-amplificador de R.F. sintonizado (8): circuito detector e pré-amplificador de audio-frequência (A.F.) (9); amplificador de A.F. (10) e o alto falante (11). conforme diagrama de blocos ilustrado na figura 3. Tendo ainda, além do botão liga/desliga (3),uma saída (3a) tipo P2 para gravação externa; todo circuito é alimentado por seis pilhas comuns tipo AA de 1,5 V.
Numerosas vantagens e características do aparelho de ultra-som de onda continua para detecção de prenhez em bovinos e equinos através do efeito Doppler. foram explicadas na descrição anterior junto com os detalhes da estrutura e suas funções, os elementos de novidade são apontados nas reivindicações anexa; a exposição porém, é apeuas ilustrativa e mudanças podem ser feitas nos detalhes, especialmente enquanto concerne a formatura, arranjo das partes e dos componentes eletrônicos, mas sempre dentro do principio da invenção até a extensão completa indicada pelo conhecimento nas reivindicações que seguem;

REIVINDICAÇÕES.

1)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som” sendo eletrônico, alimentado por pilhas comuns, caracterizado pelo fato de ser ultra-som de onda contínua que se refletem nas artérias, veias, coração ou válvulas, e retomam ao transdutor (5) produzindo sinais elétricos que são amplificados (7,8,9,10). e um som através do alto falante (11) equivalente ao batimento cardíaco fetal, sendo as ondas mecânicas contínuas de ífequência ultra sônica de 2.2 Mhz, numa potência <10 mW/cm”.
2)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-) O som”’ conforme reivindicação l. caracterizado pelo fato de ser feito através de um
transdutor (5), ligado a um cabo (4) condutor conectado a caixa (1) revestida de couro, dotado de furos passantes (la) para o som, tendo alças de fixação (2), botão liga/desliga (3), saída (3a) para gravação.
3)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-( ST som” conforme reivindicação 2. caracterizado pelo fato de o transdutor (5) ultra
sônico, ser constituído de um tubo metálico (5a), com tampa (5b), circuito impresso (5c) e cristal (5d), sendo dotado em sua superfície, a cerâmica piezoelétrica que opera como transdutor e receptor de ondas ultra-sônicas.
4)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som’9conforme reivindicação, caracterizado pelo fato de utilizar princípio físico de ultra-som de onda contínua.
5)    “‘Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som’9conforme reivindicação, caracterizado pelo fato de realizar a detecção da prenhez pelo Efeito Doppler das ondas ultra-sônica refletidas pelo coração, artérias e cavidades cardíacas do embrião. É usado através de introdução transretal.
6)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som” conforme reivindicação, caracterizado pelo fato de permitir ao usuário ouvir os batimentos cardíacos fetais. Proporciona informação sobre a frequência cardíaca fetal e se é mais de um, além de indicar se o feto está vivo ou morto.
7)    “Aparelho paia detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som39conforme reivindicação, caracterizado pelo fato de permitir de forma seguia e inequívoca, a constatação da prenhez em equinos a partir de 22 dias após a cobertura e 45 dias para bovinos.
8)    “Aparelho para detecção de prenhez em grandes animais através do ultra-som’9conforme reivindicação, caracterizado pelo fato de com o toque retal, o usuário leva preso no dedo o transdutor ultra-sônico e faz então uma varredura diretamente sobre a vesícula amniótica, permitindo assim a auscultaçâo direta dos batimentos cardiácos do feto em formação.

-ifeo\^o5
 


—III—I

 
RESUMO.
Patente de Modelo de Utilidade para um APARELHO PARA DETECÇÀO DE PRENHEZ EM GRANDES ANIMAIS ATRAVÉS DO ULTA-SOM. desenvolvido para facilitar o diagnostico precoce da prenhez em vacas e éguas, sendo eletrônico, cujas ondas contínuas que se refletem nas artérias, veias, paredes, válvulas e cavidades cardíacas, como também hemácias do fluxo sanguíneo, são enviadas para dentro do corpo do animal pelo transdutor e após refletida, retomam pelo próprio transdutor proporcionado sinais elétricos que são amplificados e provocam um som equivalente ao batimento cardíaco do feto: este transdutor é preso a mn anel que é colocado no dedo do perito e este introduz no animal fazendo apalpaçào transretal com grande confiança em obter um resultado positivo.

 
[FONTE]  https://www.escavador.com/patentes/666704/aparelho-para-deteccao-de-prenhez-em-grandes-animais-atraves-do-ultra-som

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Como se formou o Universo

O Big Bang é a teoria mais aceita pela comunidade científica – mas há quem veja problemas nela.

Reinaldo José Lopes

Deixando de lado o criacionismo e todas as narrativas religiosas sobre a criação do universo, a teoria mais aceita é a do Big Bang. Há cerca de 14 bilhões de anos, toda a matéria e energia do universo estavam concentradas num único ponto extremamente pequeno, quente e denso. “Aliás, dizer que era um ponto pode dar a impressão errada de que havia alguma coisa em volta, quando na verdade o ‘ponto’ era tudo o que existia “, afirma o cosmólogo Mário Novello, pesquisador do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas).
Aparentemente, flutuações minúsculas dentro dessa região espalharam seu conteúdo por todas as direções com violência inimaginável – é o que se costuma chamar de Big Bang, a “explosão” que, de acordo com a maior parte dos físicos, gerou a matéria, a energia, o tempo e o espaço. Não haveria sentido falar em “antes” do Big Bang. A primeira expansão teria sido a mais violenta – o que os cientistas chamam de “universo inflacionário” – uma bolha que cresceu rapidamente, definindo as “fronteiras” daquilo que existe. “Não haveria sequer sentido em falar do que está fora dessa bolha – seria o inobservável, o além”, diz Novello.
Pouco a pouco, depois da primeira inflação, o conteúdo absurdamente energético da expansão começou a formar os primeiros núcleos atômicos leves, de elementos como o hidrogênio e o hélio. O primeiro bilhão de anos do universo presenciou o surgimento das galáxias. Com as primeiras supernovas, a formação de elementos atômicos mais pesados – como carbono e ferro – plantou as sementes para o surgimento do Sistema Solar e da vida aqui na Terra.
Há quem aponte problemas nessa visão aparentemente simples da criação. Se o Big Bang foi realmente o início de tudo, uma região com temperatura infinita e densidade infinita, então as leis da física não se aplicariam a ele – o que é uma inconsistência, porque elas deveriam valer para qualquer momento do universo. É por isso que pesquisadores como Novello sugerem que o Big Bang seja parte de um ciclo, e não o real começo de tudo – mas as duas hipóteses, obviamente, ainda precisam ser provadas.

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origem do universo

Muitas teorias procuram entender a origem do universo, em uma eterna discussão sobre quem está certo e quem está errado. Basicamente, toda cultura procura estabelecer sua própria origem, uma vez que a religião sempre parte do início de tudo para contar sua história. É por isso que muitos livros religiosos começam com a expressão “No princípio”“No começo”, ou algo parecido.
Mas, claro, ainda há de se considerar o lado científico, que utiliza de experimentos e pesquisas para se chegar a uma conclusão mais exata de como realmente tudo teria começado. De ambas as maneiras, o tema levanta muita discussão e pode ser considerado até polêmico a depender dos rumos que as discussões tomam. Muito além de uma briga entre ciência e religião, a origem do universo deve ser tratada como algo fascinante e inspirador. No meio de tantas, a Fatos Desconhecidos selecionou três delas para você decidir em qual realmente acredita.

O Big-Bang

Big Bang
Bem a grosso modo, a teoria do Big Bang é bem fácil de explicar. O telescópio Hubble é capaz de captar a luz das estrelas e, desta forma, descobrir como elas eram há bilhões de anos. Isso porque, ao se analisar a luz de uma estrela, é possível saber a velocidade com que elas estão se afastando ou se aproximando de nós, bem como sua composição química, idade, temperatura, massa e outros aspectos.
Bom, mas o que isto tem a ver com o Big-Bang?
Tudo! Foi por meio destes estudos que os cientistas chegaram a conclusão de que as galáxias estão se afastando umas das outras – inclusive a nossa. Uma vez que elas estejam se expandindo, em algum momento elas estiveram mais próximas; muito mais próximas. Por isto é possível supor que, em um determinado momento, não só as galáxias como também toda a matéria existente no universo estiveram reunidas em um único ponto. Infinitamente comprido e extremamente quente, o ponto simplesmente explodiu, dando origem a tudo o que conhecemos hoje.
Grande Explosão teria acontecido há cerca de 13,3~13,9 bilhões de anos. Depois dela, a temperatura diminuiu drasticamente, e assim se iniciou a formação da matéria por meio dos prótons, elétrons e outros elementos conhecidos. Primeiro, os átomos se agruparam em nuvens de gases, para depois dar origem às estrelas e às galáxias e, por conseguinte, à Terra e aos seres vivos. Antes do Big Bang, os cientistas não são capazes de dizer como era o que viria a se tornar o universo. Não havia espaço nem tempo, de forma que é praticamente impossível inferir qualquer coisa.

Criacionismo

Criacionismo

Ao contrário do que normalmente é dito, o Criacionismo não se limita apenas ao cristianismo ou ao judaísmo. Toda crença religiosa em que o universo se originou da criação de uma entidade superior é considerado um mito criacionista. Isso porque, como já foi dito, toda crença se baseia em um princípio. Para a Mitologia Grega, por exemplo, tudo se originou no Caos, que deu origem a outras divindades que, por sua vez, criaram os Titãs. Os deuses que compõem grande parte da mitologia daquele país seriam os filhos e descendentes de tais entidades, que são os pilares de todo o resto que existe, cada um com sua função no universo.
O mito criacionista presente nos primeiros capítulos do livro Gênesis, da Bíblia, consiste na ideia de que Deus criou o universo e os seres vivos de forma sobrenatural a partir do nada. A criação se deu por meio da fala divina de Deus, que, depois de dar origem a este pequeno planeta em que vivemos, criou o primeiro homem, na figura de Adão e, a partir da costela deste, deu origem a Eva, a primeira mulher. O capítulo termina com uma referência à união entre o homem a mulher, e o resto você já conhece.
Tudo teria sido feito em sete dias. De acordo com o Gênesis, a Terra era dominada pela escuridão. No primeiro dia, a luz já começou a aparecer, ainda tímida, nos céus. Nos dias seguintes, a água surgiu, bem como a vegetação. No quarto dia, o Sol e a Lua já podiam ser vistos, e no quinto surgiram as primeiras aves e os animais marinhos. Só no sexto surgiriam os animais terrestres e, finalmente, a criação de Eva e Adão relatada acima. Quanto ao restante do Universo, pouco é dito.

E se tudo for um ovo?

Ovo
Se nem a explicação científica quanto as crenças de sua religião são capazes de te convencer quanto à origem do universo, talvez você precise conhecer algumas explicações mais bizarras. As opções não faltam; existem teorias que relacionam a criação do universo a realidades paralelas que deram errado, e até mesmo a simulações de criaturas ainda mais inteligentes, que estariam no controle de tudo, do princípio ao fim. Enquanto algumas até que fazem sentido, outras são apenas fascinantes.
No meio de tantas, há uma teoria em especial que pode chamar sua atenção. E se todo o universo for um ovo? Bom, calma. Não um ovo comum, como estamos acostumados a usar na cozinha, mas sim o ovo de um Deus. Isto mesmo; de acordo com este mito, que se originou de uma antiga religião gnóstica da Grécia Antiga, todo o Universo (e tudo o que acontece nele) seria, na verdade, o desenvolvimento de um novo Deus.
Deste modo, eu, você, e todas as outras pessoas que existem na Terra seriam, na verdade, um único ser, que estaria vivendo todas estas vidas ao mesmo tempo. Na prática, isto significa que, quando uma pessoa mata outra, ela está matando a si mesmo. Cada ato de bondade é feito em seu próprio benefício, e toda a alegria e tristeza existentes no mundo pertencem a uma única pessoa. Cada nova vida seria um aprendizado, e quando o ser viver todas as vidas humanas através do tempo, estará pronto para renascer como um Deus.