Dengue

Dengue: causas, sintomas, tratamento e prevenção

O que é dengue

Quais os sintomas

Sinais de alerta

Transmissão

Diagnóstico

Tratamento

Como prevenir

Dicas para viajantes

O que é dengue?

O vírus da dengue é um arbovírus. Arbovírus são vírus transmitidos por picadas de insetos, especialmente os mosquitos. Existem quatro tipos de vírus de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele.

O transmissor (vetor) da dengue é o mosquito Aedes aegypti, que precisa de água parada para se proliferar. O período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região, mas é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano até encontrar as melhores condições para se desenvolver.IMPORTANTE:  Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis, porém as pessoas mais velhas têm maior risco de desenvolver dengue grave e outras complicações que podem levar à morte. O risco de gravidade e morte aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão, mesmo tratada.

 Acesse nossa página especializada em Combate ao Aedes

Quais são os sintomas da dengue?

Os principais sintomas da dengue são:

  • Febre alta > 38.5ºC.
  • Dores musculares intensas.
  • Dor ao movimentar os olhos.
  • Mal estar.
  • Falta de apetite.
  • Dor de cabeça.
  • Manchas vermelhas no corpo.

No entanto, a infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou grave. Neste último caso pode levar até a morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.

Na fase febril inicial da dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados, todos oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

São sinais de alarme da dengue os seguintes sintomas:

  • Dor abdominal intensa e contínua, ou dor à palpação do abdome.
  • Vômitos persistentes.
  • Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico).
  • Sangramento de mucosa ou outra hemorragia.
  • Aumento progressivo do hematócrito.
  • Queda abrupta das plaquetas. 

Dengue - combate ao aedes aegypti

Dengue tem cura?

A dengue, na maioria dos casos, tem cura espontânea depois de 10 dias. A principal complicação é o choque hemorrágico, que é quando se perde cerca de 1 litro de sangue, o que faz com que o coração perca capacidade de bombear o sangue necessário para todo o corpo, levando a problemas graves em vários órgãos e colocando a vida da pessoa em risco.

Como toda infecção, pode levar ao desenvolvimento Síndrome de Gulliain-Barre, encefalite e outras complicações neurológicas.

Transmissão da dengue

A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Após picar uma pessoainfectada com um dos quatro sorotipos do vírus, a fêmea pode transmitir o vírus para outras pessoas. Há registro de transmissão por transfusão sanguínea.

Não há transmissão da mulher grávida para o feto, mas a infecção por dengue pode levar a mãe a abortar ou ter um parto prematuro, além da gestante estar mais exposta para desenvolver o quadro grave da doença, que pode levar à morte. Por isso, é importante combater o mosquito da dengue, fazendo limpeza adequada e não deixando água parada em pneus, vasos de plantas, garrafas, pneus ou outros recipientes que possam servir de reprodução do mosquito Aedes Aegypti.

Em populações vulneráveis, como crianças e idosos com mais de 65 anos, o vírus da dengue pode interagir com doenças pré-existentes e levar ao quadro grave ou gerar maiores complicações nas condições clínicas de saúde da pessoa.ATENÇÃO: A dengue não é transmissível de pessoa a pessoa e não provoca sequelas, se tratada corretamente.

Como é feito o diagnóstico da dengue?

O diagnóstico da dengue é clínico e feito por um médico. É confirmado com exames laboratoriais de sorologia, de biologia molecular e de isolamento viral, ou confirmado com teste rápido (usado para triagem).

A sorologia é feita pela técnica MAC ELISA, por PCR, isolamento viral e teste rápido. Todos os exames estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Em caso de confirmação da doença, a notificação deve ser feita ao Ministério da Saúde em até 24 horas.

O Ministério da Saúde publica quinzenalmente boletins com dados nacionais sobre a situação epidemiológica da dengue

Como é feito o tratamento da dengue?

Não existe tratamento específico para a dengue. Em caso de suspeita é fundamental procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico.

A assistência em saúde é feita para aliviar os sintomas. Estão entre as formas de tratamento:

  • fazer repouso;
  • ingerir bastante líquido (água);
  • não tomar medicamentos por conta própria;
  • a hidratação pode ser por via oral (ingestação de líquidos pela boca) ou por via intravenosa (com uso de soro, por exemplo);
  • o tratamento é feito de forma sintomática, sempre de acordo com avaliação do profissional de saúde, conforme cada caso.

 Acesse o Glossário da Saúde: saúde de A a Z

Como prevenir a dengue?

A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas pláticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

No momento, só existe uma vacina contra dengue registrada na Anvisa, que esta disponível na rede privada. Ela é usada em 3 doses no intervalo de 1 ano e só deve ser aplicada, segundo o fabricante, a OMS e a ANVISA, em pessoas que já tiveram pelo menos uma infecção por dengue.

Esta vacina não está disponível no SUS, mas o Ministério da Saúde acompanha os estudos de outras vacinas.IMPORTANTE: Manter a higiene dos locais e evitar a água parada é a melhor forma, por isso é fundamental e essencial a participação consciente e diária de toda a população.

Cuidados para prevenir a dengue

Dicas para os viajantes

A dengue é uma doença cujo período de maior transmissão coincide com o verão, devido aos fatores climáticos favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti em ambientes quentes e úmidos. Para quem vai viajar e deixar a casa fechada, a orientação é não deixar oportunidade para o vetor se proliferar.

Medidas simples pode ser adotadas, como substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia; deixar a caixa d´água tampada; cobrir os grandes reservatórios de água, como as piscinas, e remover do ambiente todo material que possa acumular água (garrafas pet, latas e pneus).

Fonte
http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/dengue

O IoT feito simples: Monitorando.

6 06-03:00 janeiro 06-03:00 2017 — 32 Comentários

É incrível como hoje em dia podemos montar rapidamente um projeto de IoT utilizando-se apenas de um “chip” de uns poucos dólares e um aplicativo carregado em seu smartphone.

Neste tutorial também aprenderemos sobre um sensor digital de temperatura confiável e muito fácil de usar, o DS18B20.

Como mostrado no diagrama de bloco acima, os dados coletados pelo sensor serão enviados à Internet com a ajuda de um NodeMCU ESP8266-E e monitorados em um celular ou tablet utilizando-se o aplicativo Blynk.

1: Lista de Material

2: DS18B20 Sensor Digital de Temperatura

Usaremos neste tutorial, uma versão à prova de agua do sensor DS18B20. Esta configuração é  muito útil para se medir temperaturas de maneira remota em condições de umidade, por exemplo em coleta de dados de solo. O sensor é isolado e pode ser usado em até 125oC (Adafrut não recomenda usá-lo acima dos 100oC devido a a capa de PVC  utilizada em seu cabo).

O DS18B20 é um sensor do tipo digital, o que o torna util para uso mesmo em longas distâncias! Estes sensores digitais de temperatura  “1-Wire” são bastante precisos (± 0,5 ° C em grande parte da faixa) e podem fornecer até 12 bits de precisão a partir do conversor digital-analógico integrado. Eles funcionam muito bem com micro-controladores como o NodeMCU ou Arduino, utilizando-se de apenas um único pino digital. Você poderá até mesmo conectar-lo a vários outros sensores no mesmo pino, pois cada um dos sensores possui um único ID de 64 bits gravado de fábrica para diferenciá-los.

O sensor funciona de 3.0 a 5.0V, o que significa que ele pode ser alimentado diretamente a partir de um dos pinos de 3.3V do NodeMCU.

O Sensor possui 3 fios:

  • Preto: GND
  • Vermelho: VCC
  • Amarelo: 1-Wire Data

No link ao lado, voce encontrará a especificação completa: DS18B20 Datasheet

3: Conectando o sensor ao NodeMCU

Conecte os 3 fios do sensor NodeMCU como mostrado no diagrama abaixo:

  • Vermelho ==> 3.3V
  • Preto ==> GND
  • Amarelo ==> D4

Insira o NodeMCU, de forma que seus pinos correspondam ao diagrama elétrico acima. Observe que o chip pressionará o cabo do sensor, ajudando a manter os contatos do sensor no lugar.

introduza um resistor de 4.7K ohms entre VCC (3.3V) e Data (D4)

4: Instalando as bibliotecas apropriadas

Para o uso apropriado e de maneira simplificada do DS18B20, será necessária a instalação de 2 novas bibliotecas:

Instale ambas bibliotecas em seu diretório de Libraries do IDE

Observe que a biblioteca OneWire DEVE ser a versão modificada para ser usada com o ESP8266, caso contrário você receberá um erro durante a compilação. Você encontrará a última versão no link acima ou fazendo o download do arquivo zip abaixo:F657JFLIXGFU7J4.zip

5: Testando o sensor

Para testar o sensor, você poderá usar o código “Simple.ino” incluído nos Exemplos de Biblioteca, conforme mostrado na foto.

Carregue o código em seu NodeMCU e monitore a temperature utilizando-se do  Serial Monitor IDE.

6: Utilizando o Blynk

Quando formos capturar dados de temperatura, é importante  ver-los desde qualquer lugar. Para isso, usaremos o  Blynk. Desta maneira, todos os dados capturados serão exibidos em tempo real em seu dispositivo móvel podendo incluso serem armazenados em um arquivo histórico para análise posterior.

Siga os passos abaixo para criar o App:

Criar um novo projeto.
  • Defina um nome (em meu caso: “Temperature Sensor”)
  • Selecione “NodeMCU” (ESP8266+WiFi) como HW Model
  • Copie o AUTH TOKEN a ser utilizado em seu programa (voce poderá enviar-lo diretamente a seu email).
Inclua um “Gauge” Widget

Defina:

  • Virtual pin a ser utilizado com o sensor: V10
  • A faixa de temperatura: -10 to 100 oC
  • A frequência para leitura dos dados: 1 sec
Includes a “History Graph” Widget,

definir V10 como virtual pin

Press “Play” (The triangle at right up corner)

Naturalmente, o Blynk  irá dizer-lhe que o NodeMCU está fora de linha. É hora de carregar o código completo no IDE do Arduino:

/**************************************************************
 * IoT Temperature Monitor with Blynk
 * Blynk library is licensed under MIT license
 * This example code is in public domain.
 * 
 * Developed by Marcelo Rovai - 05 January 2017
 **************************************************************/

/* ESP & Blynk */
#include <ESP8266WiFi.h>
#include <BlynkSimpleEsp8266.h>
#define BLYNK_PRINT Serial // Comment this out to disable prints and save space
char auth[] = "YOUR AUTH CODE HERE";

/* WiFi credentials */
char ssid[] = "YOUR SSID";
char pass[] = "YOUR PASSWORD";

/* TIMER */
#include <SimpleTimer.h>
SimpleTimer timer;

/* DS18B20 Temperature Sensor */
#include <OneWire.h>
#include<DallasTemperature.h> 
#define ONE_WIRE_BUS 2 // DS18B20 on arduino pin2 corresponds to D4 on physical board
OneWire oneWire(ONE_WIRE_BUS);
DallasTemperature DS18B20(&oneWire);
float temp;

void setup() 
{
 Serial.begin(115200);
 Blynk.begin(auth, ssid, pass);
 DS18B20.begin();
 timer.setInterval(1000L, getSendData);
}

void loop() 
{
 timer.run(); // Initiates SimpleTimer
 Blynk.run();
}

/***************************************************
 * Send Sensor data to Blynk
 **************************************************/
void getSendData()
{
 DS18B20.requestTemperatures(); 
 temp = DS18B20.getTempCByIndex(0);
 Serial.println(temp);
 Blynk.virtualWrite(10, temp); //virtual pin V10
}

Assim que o código for carregado e estiver em execução, verifique a aplicação BLYNK. Esta deverá também estar em execução.

Abaixo do código completo do Arduino para o seu projeto:

F05G780IXKPYLO4.ino

Medidor Temperatura, Servo Motor.

Dois outros tutoriais que escrevi mostram o básico ( Arduino 101 ) e como criar um data logger realmente básico ( Arduino Datalogger – simples ). Este tutorial irá mostrar como conectar servomotores e usar o sensor de temperatura para movê-lo!

A premissa é que, muitas vezes, você quer responder a alguma entrada e fazer algo acontecer. A maioria dos tutoriais mostra como acender as luzes ou emitir um som. Aqui, quero mostrar como você pode usar um simples servomotor para abrir algo (como uma janela) em proporção à temperatura ambiente.

Vamos começar!Adicionar dicaPerguntarComenteBaixar

Etapa 1: Adicionando os Componentes

Imagem de adicionar os componentes
Imagem de adicionar os componentes

Para este tutorial, você precisará de:

  • Um arduino
  • Uma tábua de pão pequena
  • Um servo motor
  • Um LED
  • um resistor, ajustado para 150Ω
  • um sensor de temperatura

Eu uso o Tinkercad para todos os tutoriais até eu entrar em classes ou bibliotecas complexas, então vá até lá e ganhe uma conta! Para adicionar os componentes, você precisará abrir o componente Componentes e pesquisar / rolar, certificando-se de ter selecionado “todos” em vez de “básico” no seletor suspenso de componentes.

Se você não tiver certeza de como usá-los, ou se a qualquer momento se perder, volte ao Passo 1 e use o tutorial 101 e datalogger para começar. Eles são um bom ponto de partida.

Vamos ligar isso.Adicionar dicaPerguntarComenteBaixar

Etapa 2: conectando a fiação

Imagem de Fiação Acima
Imagem de Fiação Acima
Imagem de Fiação Acima
Imagem de Fiação Acima

Um lembrete de que todas as colunas em uma placa de montagem estão conectadas, mas há uma lacuna no meio que desconecta a matriz superior da parte inferior.

  1. Use a primeira imagem como guia sobre como conectar os fios 5v e GND do Arduino à breadboard. Conecte as portas 5V e GND no Arduino à breadboard. Essencialmente, esses dois trilhos de energia fornecem um número maior de portas para acessar a energia ao criar protótipos.
  2. Conecte a parte inferior da placa ao topo. Certifique-se de combinar GND / Negativo (preto) para 5v / Positivo (vermelho).
  3. Certifique-se de que todos os componentes estejam na metade inferior da placa de montagem, exceto o servo, e que eles estão cruzando as colunas. Isso é importante, então não cruzamos nenhum fio.
    1. Adicione o LED (imagem 2).
    2. Use o resistor e conecte a um dos pinos (usei o ânodo). 
      Se você usou o ânodo (e é mais fácil seguir o diagrama de fiação na imagem), conecte o cátodo (negativo) à linha GND na breadboard. 

      Dica rápida! Se você passar o mouse sobre o final dos pinos em um componente, ele informará qual é o ânodo e o catodo, ou sinal etc.
    3. Ligue o sensor de temperatura. Certifique-se de que a perna esquerda vá para 5v. A perna direita vai para o GND. A perna do meio deve estar conectada ao pino A0. 
      Este é um dispositivo analógico e, como tal, precisa de um pino analógico. Poderíamos usar digital e dizer para receber analógico, mas temos pinos suficientes.
    4. Para o servo, temos três fios. Estes incluem 5v, GND (terra) e um fio de sinal.
      1. Conecte o fio marrom no servo ao GND na breadboard.
      2. Conecte o fio vermelho no servo a um pino de 5v na breadboard.
      3. Conecte o fio laranja ao pino digital 3 no Arduino.

Se não tiver certeza, verifique as imagens acima!Adicionar dicaPerguntarComenteBaixar

Etapa 3: o código

Imagem do Código

Neste exemplo, estou supondo que tenho uma casa em um clima quente. Eu gostaria de abrir as janelas quando ficar quente para que eu possa maximizar o fluxo de ar, porque eu tenho um condensador de ar que requer pressão positiva maciça na casa para resfriar o local. Então, vamos controlar automaticamente as janelas para maximizar o fluxo de ar.

Vamos entrar no código bom e rápido!

#include <servo.h>

Esta é a primeira vez (nesta série) que usamos uma biblioteca. Uma biblioteca é como uma caixa com uma série de pastas. Em cada pasta há folhas de papel, e cada uma delas tem instruções especiais sobre como usar dispositivos específicos. Você pode “incluir” essas pastas em seu código, o que torna mais rápido escrever seu código!No passado, escrevi plugins para webapps e outros softwares que são distribuídos gratuitamente. É uma ótima maneira de retribuir à comunidade! Depois de ter desenvolvido uma boa base de habilidades em código, é uma oportunidade válida para se envolver em código aberto.

Nós usamos a instrução #include para dizer ao Arduino que ele irá usar a biblioteca. Se é uma biblioteca global (algo que você instalou com o gerenciador de pacotes ou embutido no Arduino, como math.h), então você irá colocá-lo entre os símbolos <>.

Mais tarde, você aprenderá a escrever o seu próprio e se você armazená-los na pasta do projeto, você colocará o nome do arquivo entre aspas duplas, “assim”. Isso porque o compilador (o programa que converte o código de algo que podemos ler para algo que o Arduino pode ler) precisa referenciar o arquivo na pasta, não no escopo global.

O próximo bloco de código deve parecer bastante familiar, então vamos apenas olhar para os novos recursos.

// Definir constantes
#define temperatura A0
#define ledIndicator 2
#define servoPin 3

// Inicializa a classe servo
Servo MainServo;

Então, nós definimos as duas constantes que vamos usar. Estes são os pinos conectados aos sensores ou saídas. Nós também definimos o pino servo.

Você pode ver a linha Servo mainServo – é onde instanciamos a classe Servo que instalamos com a biblioteca. Isto é como ligar a máquina de café para aquecê-lo (eu amocafé …). Está pronto para ir! Neste caso, mainServo é o nome que demos a esta nova instanciação. Isso é importante, porque com as classes, eu poderia ter 1, 2 ou muitos servos rodando ao mesmo tempo! É por isso que usamos classes, porque eles são pequenos pacotes por conta própria, podemos usar muitas vezes e fazer muitas coisas com eles.

// Definir variáveis
posição int = 0;
int previousPosition;

void setup () {
	pinMode (temperatura, INPUT);
	pinMode (ledIndicator, OUTPUT);

	// Diz ao mainServo qual pino ele está conectado
	mainServo.attach (servoPin);

	Serial.begin (9600);
}

Este bloco de código acima é bastante consistente com tudo o que fizemos. A única nota importante a fazer é a chamada de função mainServo.attach () . Aqui, dissemos à mainServo para executar uma função chamada attach () e dentro das chaves redondas, indicamos o pino ao qual estamos anexando o servo. Isso ajuda o servo a saber para onde enviar os sinais mais tarde.Se você está se perguntando como sabemos quais chamadas de função fazer dentro de nossa biblioteca, todas as bibliotecas têm documentação. Esta documentação informa quais funções existem dentro da biblioteca e como você pode usá-las (por exemplo, quais parâmetros cada função executa).

void loop () {
}

O próximo bloco de código vai dentro do código loop () .

// Análise de temperatura
int tempReading = analogRead (temperatura);
// Se estiver usando uma entrada de 5v
tensão de flutuação = tempReading * 5.0; 
// Dividido por 1024
voltagem / = 1024,0;
// Convertendo de 10mv por grau
float tempC = (voltagem - 0,5) * 100;
	
// Isso mapeia a temperatura para graus abertos para a aba
int position = map (tempC, 10, 50, 0, 180); <br>

Neste bloco, estamos completando a análise de temperatura (vimos isso no tutorial do registrador de dados). Essencialmente, estamos pegando o sinal analógico enviado pelo sensor de temperatura e convertendo-o em graus.

A função map () nos permite converter isso em algo utilizável. Em vez de executar matemáticas complexas que precisariam de muitas linhas, nós as convertemos assim:

map (variableValue, fromLow, deHigh, toLow, toHigh);

O que isto faz é pegar o valor da variável que temos (como graus) e converter o valor mínimo possível e o valor máximo possível em pode nos dar (neste caso, eu defino o mínimo para 10 graus e o máximo para 50 graus . Estes são os valores mínimo e máximo que estou esperando do sensor de temp, e também sei que em 10degrees, gostaria que o windows completamente fechado para manter o calor dentro! Enquanto em 50degrees, eu quero que eles completamente abertos para o fluxo de ar máximo!

if (previousPosition! = position) {
	Serial.print ("Nova posição:");
	Serial.println (posição);
		
	mainServo.write (posição);
	digitalWrite (ledIndicator, HIGH);
	// Espere o servo se mover
	atraso (2000);
}

// Desligue a luz indicadora
digitalWrite (ledIndicator, LOW);
// set previousPosition por isso, se não temos que mudar, não disparamos o servo
previousPosition = posição;

Neste bloco, decidi apenas permitir que o servo disparasse quando a posição realmente mudasse. Isso não deve ser assim tão frequentemente, mas pode ser. Nesse caso, talvez eu precise fazer algumas alterações para que o código só permita o movimento quando a alteração da temperatura for superior a 5 graus, caso contrário, poderá estar aparando constantemente a janela, o que pode danificar o servo. Enfim, um problema para outro dia!

Então, se a posição mudar, então nós imprimiremos a nova posição para o Serial e então, usando a chamada da função mainServo.write () , passando a nova posição, o servo muda de posição. Para alertar o usuário de que algo está acontecendo, ligo um LED e aguardo 2 segundos para o servo se mover. As duas últimas linhas desligam o LED e certificam-se de que a previousPosition está armazenada para que possamos verificar o próximo loop.

Marcado com:

Transformadores

Conceitos

transformador, ou trafo, é um dispositivo que converte a energia elétrica de um nível de tensão e corrente, a outro.
O transformador está baseado no principio de que a energia elétrica pode se transportar de uma bobina para outra, por meio de indução eletromagnética.
O transformador é constituído de duas ou mais bobinas, ou enrolamentos, e um “caminho”, ou circuito magnético, que “acopla” essas bobinas.

Trafos2.png

Bobina, nada mais é do que um fio enrolado sobre ele mesmo, reduzindo espaço e concentrando os campos eletro-magnéticos. Ao enrolarmos, chamamos cada “volta” de espira.
Existe diversos tipos de transformadores com diferentes tipos de construção, mas todos funcionam com o mesmo princípio: indução eletromagnética.

Trafos3.png
  • Enrolamento primário é no qual entra a energia que vai ser transformada, lado esquerdo

do desenho.

  • Enrolamento secundário é onde sai a energia que foi transformada, lado direito.
  • O caminho, nesse caso, é um núcleo metálico que concentra os campos eletro-magnéticos,

o quadrado onde estão enroladas as bobinas.
Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera com base nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz, que resumidamente, dizem:

"Todo condutor quando percorrido por energia elétrica gera em torno de si, campo eletromagnético proporcional ao comprimento do condutor ou ao valor da energia utilizada."
"Todo condutor quando inserido em um campo eletro-magnético sofre a indução de energia
elétrica proporcional ao comprimento do condutor ou à intensidade desse campo."
Trafos3-03.gif
"A tensão induzida em circuito fechado por um fluxo magnético variável produzirá uma corrente de oposição à variação do fluxo que a criou"
Trafos3-04.gif

Portanto, existem duas formas de se obter uma tensão induzida:

  • Provocar um movimento relativo entre o campo magnético e o indutor;
  • Criar uma corrente variável, para gerar um campo magnético variável.
Trafos3-2.png

Observe que o gerador fornece corrente elétrica para um enrolamento, o primário, e a variação desta corrente gera o campo eletro-magnético, representado pelas setas vermelhas.
Nesse campo, e sem nenhum contato físico com o primário, introduzimos outro enrolamento, o secundário, no qual será induzida outra corrente (e outra tensão) por esse campo, que pode ser medida pelo multímetro.
Embora o fluxo magnético seja conveniente para se entender o funcionamento do transformador, ele não é usado na análise dos circuitos dos transformadores. Ao contrário, ou são usada as relações das espiras, ou as indutâncias, como será explicado.

Aplicações dos trafos

Os trafos são componentes elétricos muito importantes.
As principais aplicações dos trafos são:

  • Nos sistemas de potência elétrica:
    • adequar os níveis de tensão nos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
    • aumentar a eficiência da transmissão.

Exemplo da necessidade do uso de trafos em sistemas de potência:

Seja um gerador com tensão terminal de 10KV e capacidade de 200 MW, e que se deseja que esta energia/potência seja transmitida para uma carga situada a uma distância de 20km. Qual seria a perda??


Tem-se que:

Exemplotrafosp1.png
Exemplotrafosp2.png

Com o uso de trafos:

Exemplotrafosp3.png
  • Nas aplicações eletrônicas:
    • combinam as impedâncias da carga às impedâncias da fonte, para máxima transferência de potência.
    • podem acoplar amplificadores sem qualquer conexão metálica, que poderiam conduzir/propagar correntes cc.
    • isolar eletricamente circuitos de controle e eletrônica, do circuito de potência principal (“fonte”)
    • podem funcionar com capacitores para filtrar sinais.
Trafos3-3.png
Trafos3-4.png
Trafos3-5.png

Regra da mão direita

A direção do fluxo produzido pela corrente que passa num enrolamento pode ser determinada pela regra da mão direita:
Se os dedos da mão direita envolvem um enrolamento na direção da corrente, o polegar vai apontar na direção do fluxo produzido no enrolamento, por esta corrente.

Regramaodireita.png

Princípio de funcionamento

Trafos5.png
  • O que acontece se energizarmos a bobina 1 com uma fonte de corrente contínua??
  • O que observa a bobina 2?
Trafos6.gif
  • O que acontece se energizarmos a bobina 1 com uma fonte de corrente alternada??
  • O que observa a bobina 2?

Pela lei de indução de Faraday, surge uma tensão induzida na bobina 2 do transformador:

Trafos7.gif

Se uma carga for conectada à bobina 2, uma corrente i2 circulará pela mesma.

Trafos8.gif

Pela lei de Lenz, o sentido da corrente i2 é de forma a se opor à variação do fluxo magnético que a criou.

Transformador ideal

No transformador ideal, isto é, sem perdas:

  • resistência dos enrolamentos é desprezível.
  • A permeabilidade do núcleo é infinita (portanto, a corrente de magnetização é nula).
  • Não há dispersão.
  • Não há perdas no núcleo.

Equação fundamental do transformador

Lei de Ampere estabelece que o fluxo de corrente elétrica gera um campo magnético.
Trafos3-01.gif
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Se esse campo for acoplado a um circuito elétrico e variar com o tempo (enlace de fluxo), a lei de Faraday estabelece que será gerada uma tensão no circuito acoplado.
Embora este fenômeno ocorra em grande parte dos circuitos, o efeito é amplificado nas bobinas, uma vez que a geometria do circuito amplifica o efeito de acoplamento.
Considere-se, então, o caso em que um campo magnético φ acopla-se às N espiras de uma bobina. O enlace neste fluxo será:

λ = N.φ    [Webers]

Se o fluxo φ, e portanto o enlace de fluxo, for gerado por uma corrente i e além disto, existir um campo em um meio permeável constante, pode-se mostrar que:

λ = Κ.i

onde Κ é a indutância L, isto é:

Κ = L = λ/i  [Webers/Ampere ou Henrys]

Caso λ varie com o tempo, então, de acordo com a Lei de Faraday, a tensão v é induzida de modo que:

v = d(λ)/dt

substituindo-se λ pela primeira equação:

v = d(N.φ)/dt = N.dφ/dt

Considerando-se duas bobinas, com N1 e N2 espiras, respectivamente, enroladas no entorno de um único núcleo magnético fechado, o mesmo fluxo φ vai passar através de cada enrolamento.
As tensões v1 e v2 geradas serão:

Trafos9.png

Desta forma, temos:

Trafos11.png

Em que a é a relação de espiras do transformador, denominada de relação de transformação.
Para tensões senoidais, em termos de fasores:

Trafos12.png
Trafoelevador.png
Trafoabaixador.png

Considerando uma carga no secundário, existirá uma corrente i2 no mesmo, que criará uma forma magneto-motriz N2.i2, no sentido de alterar o fluxo no núcleo (desmagnetizando o núcleo).
Portanto, o equilíbrio entre as forças magnetomotrizes será perturbado.

Potências nos transformadores

A lei de Ampere requer que:

Leiampere2.gif

Como a corrente de magnetização é considerada nula, para o trafo ideal, a segunda equação do circuito magnético do trafo é dada por:

Trafos13.png

Visto que N1.i1 = N2.i2 , a única maneira do balanço se manter é a corrente i1 variar com o aumento de i2.
Pode-se dizer que uma fmm adicional é exigida do primário.
Assim, temos:

Trafos14.png

Em termos fasoriais:

Trafos15.png

Obs: Na prática, é necessária uma pequena corrente de magnetização no enrolamento primário, para estabelecer o fluxo no núcleo.
A potência instantânea no primário é dada por p1(t) = v1.i1.
A potência instantânea no secundário é dada por p2(t) = v2.i2.
Substituindo:

p1(t) = v1.i1 = (a.v2).(i2/a) = v2.i2 = p2(t)

Portanto, mantém-se a potência instantânea nos dois lados, o que era esperado, visto que a perdas foram desprezadas!!!
Em termos fasoriais:

Trafos16.png

Impedâncias nos transformadores

Ao se conectar uma impedância no secundário, qual a impedância vista pelo primário?

Trafos17.png

Temos que a impedância nos terminais do secundário é dada por:

Trafos18.png

Analogamente, a impedância equivalente vista dos terminais do primário (vista pela fonte) é:

Trafos19.png

A impedância conectada ao terminal do secundário produz no primário o mesmo efeito que o produzido por uma impedância equivalente Z2´ conectada aos terminais do primário.
Z2´ é chamada de impedância do secundário refletida no primário:

Trafos20.png

De maneira similar, as correntes e tensões podem ser refletidas de uma lado para o outro, através da relação de espiras:

Trafos21.png

Exemplo:

Casamento de impedância via transformador
Um auto falante tem uma impedância resistiva de 9 Ω, o qual é conectado a uma fonte de 10V, com impedância resistiva interna de 1Ω, como mostrado abaixo:

Trafos22.png

(a) Determine a potência entregue pela fonte ao auto falante.
(b) Para maximizar a transferência de potência para o auto falante, um transformador com uma relação de espiras de 1:3 é usado para conectá-lo à fonte, como mostrado na figura abaixo. Determine a potência entregue pela fonte ao auto falante, neste caso.

Trafos23.png
Trafos24.png

Convenção dos pontos

O uso de pontos nos terminais dos enrolamentos, de acordo com a convenção dos pontos é um método conveniente para especificar as relações da direção dos enrolamentos.

Regraptostrafo1.png

Um terminal de cada enrolamento é ponteado, ou marcado de alguma maneira, sendo escolhidos os terminais ponteados para que as correntes que atravessam os terminais ponteados produzam fluxos que se adicionem.

Regraptostrafo2.png

Transformador Real

O trafo ideal não apresenta perdas e toda potência entregue ao primário é transferida ao secundário.
No trafo real, algumas perdas são:

  • potência dissipada nos enrolamentos;
  • perdas por aquecimento no núcleo (por histerese e correntes parasitas);
  • fluxo de dispersão – parte do fluxo magnético não se acopla ao secundário.

Além disto:

  • as resistências dos enrolamentos não são desprezíveis;
  • a permeabilidade do núcleo é finita → corrente de magnetização não-nula → relutância do núcleo diferente de zero.
  • há dispersão de fluxo magnético;
  • há perdas no núcleo – histerese, correntes parasitas, ruído, magneto estricção.
Modelotraforeal.png

definindo-se Z1 = R1 + j.Xi1, como a impedância interna do primário e Z2 = R2 + j.Xi2, como a impedância interna do secundário:

Traforeal2.png

Refletindo-se as impedâncias do secundário para o primário:

Modelotraforeal3.png

Perdas no transformador

Graças às técnicas com que são fabricados, os transformadores modernos apresentam grande eficiência, permitindo transferir ao secundário cerca de 98% da energia aplicada no primário.
As perdas são devidas, entre outras coisas, às resistências dos fios de cobre nas espiras primárias e secundárias, são sob a forma de calor e não podem ser evitadas.
Os seguintes aspectos contribuem para que os trafos apresentem valores baixos de perdas:

  • O transformador é uma máquina estática, ou seja, não tem partes rotativas que causam mais perdas por atrito nos eixos, ou por resistência do ar no entreferro;
  • O núcleo é constituído por placas laminadas e dotadas de materiais de alta resistência elétrica, as quais têm o objetivo de minimizar as perdas por correntes parasitas.
  • materiais com alta permeabilidade magnética são utilizados para diminuir as perdas por histerese.

Rendimento de um transformador

Rendimentotrafo.png

onde:

P perdas = P entrada - P saida

As perdas no trafo incluem:

  • Perdas no núcleo de ferro (Pc) – perdas pr correntes parasitas ou por histerese, podem ser determinadas pelo teste em vazio, ou a partir dos parâmetros do circuito equivalente.
  • Perdas no cobre (PCu) – perdas ôhmicas, podem ser determinadas se os parâmetros do transformador forem conhecidos.

Um dos critérios de desempenho de um trafo projetado para suprir potência com tensão aproximadamente constante para uma carga é o da regulação de tensão.
Em outras palavras, indica o grau de constância da tensão de saída quando a carga é variada.
A regulação de tensão do trafo é definida como sendo a variação da tensão do secundário, em condições de plena carga e em vazio, tomada como porcentagem da tensão a plena carga, com tensão do primário mantida constante.
Ou seja:

Regulacaotrafo.png

Determinação dos parâmetros do trafo

Os parãmetros do circuito equivalente podem ser determinados a partir de dois tipos de ensaio: teste em vazio e teste em curto-circuito.

Ensaio a vazio

  1. O lado de alta tensão do transformador é deixado em aberto e uma tensão nominal, na frequência nominal, é aplicada no lado de baixa tensão (para usar menor tensão).
  2. Mede-se a tensão, a corrente e a potência ativa nos terminais do lado de baixa tensão.
  3. A corrente de baixa tensão é composta somente pela corrente de excitação.
Ensaiovaziotrafo1.png

Ensaio de curto-circuito

  1. O lado de baixa tensão do transformador é curto-circuitado e uma tensão é aplicada ao lado de alta tensão, aumentando-se gradualmente, até se obter a corrente nominal do lado de alta (para usar menor corrente).
  2. Mede-se a tensão, a corrente e a potência ativa nos terminais do lado de alta tensão.
  3. Com o curto no lado de baixa tensão, o ramo de excitação é desprezado.
Ensaiocurtotrafo1.png

Exemplo:

A partir dos testes realizados em um transformador monofásico de 10kVA, 2200/220 V, 60 Hz, foram obtidos os seguintes resultados:

Teste em vazio Teste de curto-circuito
Voltímetro 220 V 150 V
Amperímetro 2,5 A 4,55 A
Wattímetro 100 W 215 W

(a) calcule os parâmetros dos circuitos equivalentes referidos ao lado de baixa e alta tensão.
(b) expresse a corrente de excitação, em termos da corrente nominal.


(a) No teste em vazio aplica-se a tensão nominal ao lado de baixa tensão. Assim:

Ensaiostrafoexerc1.png

No teste de curto-circuito, aplica-se tensão variável no lado de alta até obter-se a corrente nominal, qual seja:

  Inominal = 10 kVA/2,2 kV = 4,55 A.

Assim:

Ensaiostrafoexerc2.png
Ensaiostrafoexerc3.png

(b) expresse a corrente de excitação, em termos da corrente nominal:
No teste em vazio, a corrente medida é a própria corrente de excitação.
Além disto, o teste é realizado do lado de baixa.
Assim:

Ensaiostrafoexerc4.png

Tipos de trafos

Existe uma infinidade de tipo e modelos de transformadores. Eles estão presentes na maioria dos aparelhos elétricos e eletrônicos encontrados normalmente em casa, tais como, por exemplo, computador, aparelho de som e televisor.

  • Transformador de alimentação;
  • Transformador de áudio;
  • Transformador de distribuição;
  • Transformador de potencial;
  • Transformador de corrente;
  • Transformador de rádio freqüência;
  • Transformadores de pulso;
  • Autotransformadores.

[Fonte]  https://wiki.ifsc.edu.br/mediawiki/index.php/AULA_13_-_Circuitos_2_-_Engenharia

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GERADOR EÓLICO COM ALTERNADOR DE CARRO

Há muitas formas de fazer um gerador eólico, falaremos aqui do alternador de carro, um alternador de carro faz a função de carregar a bateria.
Quando ligado o carro, dentro do alternador, é liberado pela bateria, uma energia que faz uma excitação no rotor, para vira uma imã com polo norte e sul, e nesse momento ele é girado passando pelo estator, que são umas bobinas de cobre, fazendo gerar energia para carrega a bateria do carro, assim que funciona o alternador do carro, ele consome 2 amperes da bateria, quando ligado o carro.
Já para se fazer um gerador eólico com alternador, vai ter que fazer uma mudança nele, vamos acrescentar nele imãs de neodímio.
O imã ideal de neodímio é o N52, que é encontrado nos Aerogerador como da Ista Breeze, é o mas recomenda para o gerador eólico.

Peça com imãs N52 do Ista Brezze
Gerador eólico
Rotor do alternador

Aqui no rotor onde colocaremos os imãs, com polo norte e sul, um imã inverso do outro, como se eles expelisse, com uma furadeira fazemos os furos do tamanho do imã, quanto maior o imã melhor, o imã deve ficar bem rente com os polo do rotor, para não relar no estator.

Rotor com os imãs
gerador eólico com alternador de carro
Pronto, esta feito alteração necessário para o alternador do carro vira um gerador eólico, quando o rotor é rodado pelo o vento, é criado uma energia por causa dos imãs, sem precisa de uma excitação da bateria para mesma.
Montemos o alternador de volta do jeito original, e agora preparamos as hélices para nosso brinquedinho começar gerar energia para carregar a bateria.
Video de como fazer uma hélices vertical
Para melhorar o desempenho do nosso gerador eólico com alternador de carro, colocar uma polia para aumentar a rotação, vai ajudar muito a obter energia com pouco vento.
Outro detalhe que deve ser analisado, é o tamanho das hélices, quanto maior as hélices do nosso gerador eólico, mas força ele vai ter.
Vejamos um exemplo aqui
gerador eolico com alternador de carro
Como uma marcha bicicleta colocada na maior coroa, aumentando a velocidade com poucas rotação, há outras formas de também ser utilizado nosso gerador eólico com alternador de carro, na própria bicicleta ele pode ser acoplado, ou em bicicleta ergométrica.
Também em queda d’água podemos utilizar nosso gerador eólico com alternador, bom as idéias e criatividades são imensas para se usar o alternador de carro como energia eólica.
energia eólica
CLIQUE AQUI E APRENDA FAZER UM GERADOR EÓLICO DE 1000 WATTS

Atualizado!
Segredo revelado, como fazer o alternador do carro de forma certa, virar um gerador eólico, muitas pessoas faziam, e não tinha resultados, gerava ai 2v volts no máximo, sendo o necessário 12 a 14v para carregar uma bateria.
O video a seguir, explica de forma correto a fazer gerador eólico com alternador de carro, muitas erravam com os imãs, o tamanho ideal e peso…
Certa é que o gerador eólico com alternador, não fique muito leve ao virar, quanto mais pesado o ima, mas ele vai gerar energia.
A 150 rpm, vai gerar ai 200w, a 300 rpm 400w, e assim por diante, quantos mas amperes o alternador fornecer melhor sera para fazer seu gerador eólico com alternador.
Um alternador de 80 amperes vai gerar mais energia com menos rotação comparando um alternador de 35 amperes.
Bom, chegamos ao fim, se gostou, compartilhe nas redes sociais para outras pessoas terem acesso a essas informações, deixe sua opinião em baixo.
Autor: Angelo Augusto Gravena.
[Fonte]
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